Audiófilo é tonto

E os novos são mais ainda… afrescalhados com classe de amplificador e maníacos por HiRes audio que só cachorro se incomoda. Fora a grana desgraçada que pagam num receiver de 1979 que não entrega um som bom ou preenche os requisitos do caboclo (como bluetooth ou armazenamento interno para arquivos) pra simplesmente, ouvir música.

Não adiante pegar os remaster do seu artista favorito (que normalmente fica uma merda comprimida como o Death Magnetic do Metallica) em HiRes se a mixagem foi feita pra tocar num Gradiente Spect 87 nos anos oitenta. Sem falar na psicoacústica quando sua audição se adapta ao som e “preenche os vazios” que seu cérebro espera – que engana audiófilos e leigos.

O que importa são duas coisas: a qualidade minimamente decente do áudio e o trabalho do autor significando algo pra você.

Author: Eric Mac Fadden